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Inscrever-seA newsletter absoluta sobre qualquer coisa que você instala no celular ou no computador, por Sérgio Spagnuolo.
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Inscrever-seSalve, moçada, tudo bem? Por aqui, em Stanford, passando frio e indo pra academia todo santo dia.
Lembrando que a newsletter de hoje é exclusiva para assinantes 💎, mas, como sempre, coloco aqui uma sugestão gratuita pra você não perder viagem: um app que ajuda você a prever potenciais turbulências durante seu vôo até 24 horas antes. Pra quem não gostar de voar, tipo eu, dá pra ter uma noção do que vem pela frente.
Assine a Appetrecho, apoie nosso trabalho e tenha acesso a benefícios exclusivos, como conteúdo extra e descontos em apps e outras coisas. Veja abaixo alguns benefícios:
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* 25% de desconto na assinatura anual da ferramenta de blogs Pagecord.
* 30% de desconto exclusivo na assinatura anual do aplicativo Cyd.
* 15% de desconto na assinatura anual da 404 Media, um site que cobre tecnologia.
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Inscrever-seSalve, moçada, tudo bem por aí? Por aqui as coisas estão em andamento. Passei quase um mês no Brasil e voltei para Stanford essa semana, por meio de jornada de 27 horas que parecia não acabar nunca. Passar todos esses dias com a família e minhas cachorras era o que eu precisava após quase quatro meses na gringolândia.
Duas coisas novas sobre a Appetrecho:
Nesta newsletter #41, vou falar sobre como tornar as coisas cada vez mais fáceis e mastigadas pode ser uma coisa ruim para as pessoas.
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Inscrever-seSalve, moçada! Sérgio por aqui, escrevendo pela primeira vez em meses da minha casa em São Paulo, ao lado de minhas cachorras, tomando uma água com gás direto da minha Soda Stream, o melhor presente que já recebi em minha vida (valeu, Emi ❤️).
A newsletter dessa semana chega com atraso, mas é por bom motivo: na quarta-feira (10.dez.2025) tivemos um evento do Núcleo em São Paulo, o nosso primeiro Núcleo Convida, e também tivemos a reunião anual da nossa equipe.
A newsletter #40 será totalmente aberta a todos, e a última do ano. Voltarei a escrever aqui no dia 7.jan.2026, com uma nova seção chamada Quinquilharia!

Quando eu era criança, eu e meus primos chamávamos de "tubarão" tudo o que achávamos legal. No Núcleo, há algum tempo, adotei a abreviação "tuba" para o mesmo fim — usamos quando algo fica ótimo. Por exemplo: "esse projeto ficou tuba". Reconheço que é mais um hábito meu que os outros acabaram incorporando, mas também frequentemente tiram sarro da minha cara por causa disso.
De toda forma, esse ano eu usei apps muito tubas na minha vida, e aqui vou listar, em order decrescente, os que eu mais gostei.
Em jan.2025 eu escrevi nesta mesma Appetrecho que o Raycast tinha saído de zero para meu app principal em menos de um mês, e isso ainda se mantém. Eu uso Raycast todo dia, pra quase tudo – de calculadora até abrir apps e checar cotações de ações e fazer prompts rápidos de IA. É bom demais.
Em virtude da morte de meu cachorro, voltei a escrever um blog depois de muitos e muitos anos, e a plataforma de minha escolha foi o Pagecord. Sua simplicidade, facilidade, minimalismo e preço me fizeram escolher essa plataforma como o lugar que abriga meus textos pessoais.
Se tem uma coisa que eu acho que IA pode fazer pelo mundo é sumarizar reuniões. O Granola faz isso muito bem, e ainda por cima não é um bot que "invade" sua reunião. A usabilidade do app tem melhorado e há mais suporte para outras línguas. Vale muito os US$18/mês que eu pago.
A imagem acima é meu recap do uso do Granola em 2025 (fiquei nos top 25% users).
Em setembro deste ano escrevi sobre minha meta reduzir significativamente meu uso de produtos do Google. O Proton Mail virou meu email pessoal principal – agora meu Gmail é só pra mandar lixo, promoções, spam e golpe do príncipe nigeriano. Toda vez que chega uma notificação no meu email da Proton, eu sei que é coisa importante.
Não é o melhor app de email em termos de usabilidade, mas é o mais seguro, tem melhorado constantemente e, principalmente, não pertence a um comprovado monopólio.
Sim, eu coloquei aqui um app que eu idealizei e a gente mesmo do Núcleo desenvolveu. Não é publicidade nem auto-jabá, tô colocando um app que realmente ajudou esse ano: encontramos dezenas de novas pautas e ele ajudou a subsidiar várias reportagens em andamento.
Ainda vamos fazer mais coisas legais com ele, mas realmente é um bom app, ainda mais pelo preço (a partir de R$10).
Eu mais ou menos uso o Obsidian há dois anos, mas apenas a partir de meados de 2025 eu realmente entrei pra valer nesse app, e agora ele é meu default para escrever projetos e desenvolver minhas consultorias. Ainda acho iA Writer melhor para sentar e escrever, mas o Obsidian é mais organizado – o bom é que dá pra usar os dois ao mesmo tempo, já que eles usam o mesmo tipo de arquivo localmente no computador.
Há tempos eu queria um app bom para me ajudar a organizar as finanças pessoais. Eu e a esposa usamos o Splitwise, mas ele é bom apenas pra divisão de despesas – eu queria algo pra mim. Não encontrei nada que fosse fantástico. Mas o Monefy foi o melhor dos apps que eu testei, e atualmente eu uso todo santo dia pra registrar minhas despesas. Não é perfeito, mas tem funcionado bem.
Há apps que a gente baixa e que se arrepende imediatamente de fazer isso. Veja abaixo o que eu considerei o lixo do lixo esse ano.
O gerador de lixo artificial da OpenAI é uma das coisas mais estúpidas que eu já tive o desprazer de usar. É tão ruim, mas tão ruim que eu nunca consegui usar por mais de 3 minutos ininterruptos, tamanha a quantidade de estrume irrelevante cuspido por IA.
Ainda não está disponível no Brasil (e tomara que nunca chegue oficialmente aqui)
A Meta começou a enfiar inteligência artificial em tudo e a ficar mostrando conteúdo de gente que você não conhece, a fim de aumentar engajamento. Eu nunca goste do Instagram, mas sempre achei que fosse um app bem feito. Ficou tão ruim a pouco de eu tirar do meu celular e apenas acessar ocasionalmente via navegador web (cuja versão é ainda pior).
Eu adoro a ideia de descentralização do Mastodon, além de ser nobre, também acho que tem enorme potencial, mas a maioria das redes sociais construída via protocolo ActivityPub ainda são muito arcanas e chatas de usar pra maioria das pessoas, e não entregam uma boa experiência. Juro que tentei usar, mas prefiro o BlueSky (se bem que atualmente eu tenho usado pouquíssimo qualquer rede social).
Eu acho o Banco C6 razoavelmente bom em termos de gama de serviços oferecidos e facilidade de câmbio e recebíveis. Mas o app é muito ruim, a começar que o chatbot de inteligência artificial é uma grande porcaria, não mostra o que você precisa, é terrível. O app é confuso e não tem uma barra de buscas decente. Eu uso porque tenho que usar, mas o do Nubank é bem melhor.
Salve, moçada, tudo bem? Por aqui, em Stanford, contando os minutos pra voltar ao Brasil semana que vem.
Lembrando que a newsletter de hoje é exclusiva para assinantes 💎, mas a sugestão gratuita da semana vale a abertura: essa entrevista com a Natália Viana, diretora da Agência Pública, ao The Markup sobre o projeto Mão Invisível das Big Techs, que investigou o lobby de empresas de tecnologia em todo o mundo, e que o Núcleo participou.
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O Ghost é uma tremenda opção: é o que usamos aqui na Appetrecho, no Núcleo e em todas as newsletters que temos. Eu só to recomendando pra vocês porque é o que eu uso e aprovo, eles não me pagam nada por isso - mas eu ganho comissão se vocês usarem meu link.
PS: Certifique-se de usar o meu link: você não paga nada a mais, mas eu ganho uma comissão de 30%, que ajudar a manter essa newsletter viva.
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Inscrever-seSalve, moçada, tudo na paz? Por aqui tá beleza, levando um dia após o outro. Neste exato momento estou na Cidade do México para um evento sobre IA e jornalismo (sim, mais um desses). O assunto é repetitivo, mas por um motivo: essas novas tecnologias podem definir o que vai acontecer com minha profissão muito em breve.
Posso estar errado, mas sou particularmente cético de que IAs vão afetar o jornalismo investigativo, analítico e de qualidade – não é algo facilmente replicável. É preciso construir a pauta, fazer fontes, analisar dados, traçar associações nem sempre óbvias, escrever, fazer gráficos, artes, editar, checar. É um trabalho que os LLMs atuais, mesmo os mais avançados, não estão nem remotamente aptos a fazer. Na minha opinião, esse tipo de trabalho artesanal de jornalismo só vai ganhar mais valor.
O impacto que IA pode ter, no entanto, está mais relacionado ao jornalismo declarativo, repetitivo e dependente de volume – que tem sua utilidade no cenário informativo, claro, mas corre o risco de ser substituído por automações sintéticas, mesmo quando não deveria. Mas isso é papo para um outro artigo, no qual já estou trabalhando.
Nesta edição #39, vou falar sobre como estou conseguindo efetivamente emagrecer utilizando um chatbot de IA. A seção Ferramentaria de hoje vai ser aberta a todos.
Na próxima edição, vou inaugurar uma seção de recomendações de filmes, séries, sites, artigos e livros chamada Quinquilharia, que será alternada – numa semana a Ferramentaria é fechada para assinantes, noutra a Quinquilharia.
Organizado pelo Núcleo Jornalismo, esse evento busca pautar e qualificar o uso de dados abertos por jornalistas e sociedade civil, além de discutir novos formatos de jornalismo em tempos de inteligência artificial.
É gratuito e aberto a todos.
Dia: 10 de dezembro de 2025
Horário: 13h às 19h
Localização: Hub Jusbrasil São Paulo — Pinheiros, SP (endereço do evento será enviado por e-mail para os participantes)
Há duas semanas, publiquei um texto sobre meu projeto aqui em Stanford, caso você tenha interesse.

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Inscrever-seSalve, moçada, tudo bem? Por aqui, em Stanford, o inverno baixou nervosamente: tá fazendo 9º, mas a sensação térmica dos ventos árticos fica bem abaixo disso.
Lembrando que a newsletter de hoje é exclusiva para assinantes 💎, mas tem sugestão gratuita também: The Authoritarian Stack, um especial sobre como bilionários da tecnologia estão se movimentando pelo poder nos EUA e na Europa. É um tremendo projeto, liderado pela economista italiana Francesca Bria.
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Inscrever-seSalve, moçada, tudo bem? Por aqui tá beleza demais (exceto a saudade de casa). Hoje eu fui voluntário numa fazenda aqui em Stanford, passei três horas catando frutas e legumes, depois lavando e embalando pra venda. Não é divertido, pra ser sincero, mas tem algo gratificante em trabalhar na terra, ao ar livre. Vou tentar ir toda a quarta-feira (e deixa a news 100% pronta na terça, pra evitar atrasos como o de hoje).
Nesta newsletter #38, vou falar sobre o prazer de ficar de fora das redes sociais, que estão se tornando cada vez mais sugadoras de tempo e saúde. A seção Ferramentaria vai ser aberta apenas para assinantes 💎.
Em breve terei mais uma novidade para assinantes: desconto para um app show para salvar links em Mac e iPhone (juro que estou trabalhando para encontrar descontos para Windows/Android também).
Quando comecei minha fellowship em Stanford, uma das minhas grandes preocupações era: como posso aproveitar melhor o meu tempo, fazer tudo, conhecer todos e absorver o máximo que eu posso, sem ficar de fora de coisas importantes e impactantes?
Muitas pessoas chamam esse sentimento de FOMO (fear of missing out, ou medo de ficar de fora). Conhecendo meus leitores e leitoras, vocês devem conhecer esse termo.
Afinal, apesar de todas as benesses dessa bolsa (eu não to reclamando, tá?), pra mim é um grande sacrifício ficar longe da minha esposa e das minhas cachorras todo esse tempo – sem contar o resto da minha família, especialmente sobrinhas e sobrinho.
Nesse espaço coloquei uma surpresa disponível apenas para assinantes. Apoie esta newsletter e tenha acesso a conteúdos exclusivos, descontos e outras mais.
Custa apenas R$5
Logo na primeira semana de introdução, no entanto, fui apresentado ao conceito de JOMO (joy of missing out). Eu nunca nem tinha pensado nisso. Como jornalista, curioso e empreendedor, eu estou acostumado a querer fazer parte das coisas – quando não consigo, tendo a ficar tentando saber o que rolou, entender melhor e às vezes até arrependido de não ter feito nada.
Ter ouvido pela primeira vez sobre o prazer de ficar de fora de algo foi revelador pra mim. De repente, passou a fazer sentido eu não estar em tudo, de não almejar uma inalcançável onipresença que eu sentia que precisava.
Uma das primeiras coisas que eu fiz quando esse termo se fixou em minha cabeça foi literalmente apagar todas as redes sociais do meu computador, exceto apps de mensagem, que eu não considero social media apesar de características similares. Apaguei, inclusive, o YouTube, que eu sou particularmente viciado [Disclaimer: o Núcleo usa o Discord como ferramenta interna de comunicação, então esse eu mantive, mas eu não uso pra mais nada.]
De repente, passei a me ver com mais tempo para as coisas que eu queria fazer, como ler, trabalhar, ir pra academia 4-5 vezes na semana, andar de bike, ver filmes, escrever no meu blog pessoal e até voluntariar numa fazenda.
Não é que eu não fazia nada disso antes (exceto a coisa da fazenda, que foi a primeira vez), mas as redes sociais eram sempre uma opção rondando a minha vida o tempo todo, guardadas ali no meu bolso, esperando para que eu abrisse meu celular e visse só 10 minutinhos de Shorts ou Reels. Eu me pegava vendo redes sociais na fila do café, ou no caminho entre onde estaciono minha bike e onde fica meu escritório.
Eu queria ver redes sociais porque sabia que estavam sempre ali à minha disposição. Ver família, cachorros, amigos, trailers de filme, atrizes exuberantes (quem lê essa news desde o começo sabe que adoro a Rebecca Ferguson), o Jason Momoa (sou fã demais) sem camisa arremessando machados (vídeos 1, 2 e 3) ou clipes de Family Guy.
Tava tudo ali, pertinho, e isso era um peso na minha cabeça – porque eu sabia que eu era viciado. Sinceramente falando: se você vê suas redes sociais mais de 5 vezes por dia, você tem um vício.
Eu tinha duas alternativas: ou apagava totalmente meus perfis em redes sociais, ou pelo menos tentava achar formas de reduzir meu uso delas. O jeito que eu encontrei foi remover Instagram, LinkedIn, BlueSky, YouTube e quaisquer outras plataformas similares pra valer – meu único acesso passou a ser no meu computador pessoal.
Eu não sabia se isso daria certo pra mim, pra ser sincero. Achei que fosse instalar novamente, ou que fosse ficar acessando via desktop o tempo todo.
Mas funcionou que foi uma beleza: a simples fricção de dificultar o acesso me fez passar a ver bem menos qualquer rede social. E olha que nem ficou tão mais difícil, visto que uso meu computador quase todo dia, por muitas horas.
Eu ainda vejo YouTube todo dia, especialmente os programas de comédia diários que eu gosto, mas em vez de acessar esse app várias vezes ao longo do dia, eu acesso apenas uma. O LinkedIn eu também acesso, talvez, uma vez por dia, algumas semanas menos (depende se estou divulgando algo). BlueSky menos ainda.
Um que achei que fosse sentir falta era o Instagram. A realidade foi na contramão: às vezes eu fico dias sem entrar no app do Sr. Zuck, até esqueço que existe (hoje acessei pois fui alertado pela minha esposa de que o cachorro de uma grande amiga faleceu essa semana, e eu queria ver o post dela).
Tirar as redes sociais do meu celular, sem exceção, foi um passo importante para uma liberação mental minha que eu achei que fosse ser mais difícil de consumar e manter, mas realmente foi libertadora.
Hoje em dia eu uso mais meu celular para ler notícias direto nos sites e apps das empresas, acessar emails e outras coisas de produtividade do que pra ver conteúdo aleatório. Achei que fosse perder um monte de coisas – conversas, contatos, notícias –, mas na verdade só ganhei.
Eu sei que muita gente utiliza esses apps para se comunicar com negócios, família, paqueras, arte, cultura, notícias etc. Mas, se não for alvo vital pra você, dou essa recomendação: pelo menos faça um teste de ficar sem apps de redes sociais no seu celular.
Quem sabe você vai conseguir sentir JOMO junto comigo.
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