Salve, moçada, tudo bem? Por aqui as coisas tão beleza, tirando o fato de que escrevi a newsletter e esqueci de enviar durante o dia (leve em conta que estou 5 horas atrás de Brasília). Mas talvez não tenha sido uma ocorrência tão ruim: depois de dias de folia, você não quer ler mais uma newsletter hoje né?
De toda forma, consegui enviar antes da meia-noite.
Antes do meu argumento, gostaria de agradecer a todas as pessoas que se cadastraram e testaram o Dojo Mojo – app que criei com minha esposa para monitorar tarefas doméstica. Pra quem não viu, falei disso na newsletter duas semanas atrás. Qualquer feedback que tenham, mandem email pra mim.
Nesta newsletter #44, reflito um pouco sobre o novo modelo de agentes de IA, e como eu não compro todo o hype em torno deles, embora acredite sim que sejam bem úteis.
Agente pouco secreto
O Claude Code é incrível. Em uma hora, qualquer pessoa pode criar sites aplicativos funcionais do zero sem saber programar uma linha de código. Se você sabe um pouco de programação, bastam alguns comandos. É mágico.
O que a magia do vibe coding não leva em conta, porém, é que manter, melhorar e garantir a segurança de produtos de software — sem falar em controle de qualidade e conformidade com a legislação — dá muito trabalho. É um emprego em tempo integral. São dezenas, centenas de empregos em tempo integral.
Lendo a imprensa de tecnologia dos EUA e escutando muitos podcasts recentemente, tenho constantemente a impressão de que o mundo está sendo completamente atropelado por IA e que em 10 meses ou aquecimento global estará solucionado ou todos estaremos desempregados ou subjugados pelo novo deus cibernético nascente.
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